Infinito Subjetivo

Primavera é cor, às vezes cheiros,

Mas sempre é vida em flores nascidas,

 

Sonho é de noite, às vezes é busca,

Mas sempre é desejo, até em padaria,

 

Tempo é instante, às vezes dinheiro,

Mas sempre é eterno e não há parada,


Chorar é alegria, às vezes angústia,

Mas sempre é preciso, são gestos sentidos,

 

Saudade é falta, às vezes é dor,

Mas sempre saudável, nos mostra o amor,

 

Felicidade é ser, às vezes estar,

Mas sempre é buscar as formas mais simples,

 

Acaso é momento, às vezes pra sempre,

Mas sempre incerto, até surpreende!

 

A subjetividade humana é uma mistura de possibilidades, pontos de vista e uma grande pitada de idiossincrasia. Sempre, cada um vai enxergar de uma forma, de acordo com cada experiência, cada inconsciente.

Eis o fenômeno da individualidade humana!

10 pensamentos sobre “Infinito Subjetivo

  1. “Saudade é falta, às vezes é dor,

    Mas sempre saudável, nos mostra o amor,

    Acaso é momento, às vezes pra sempre,

    Mas sempre incerto, até surpreende!”

    Cada um com seu cada um…

    Rico demais Léo… Mandou muito bem, e no resto também!

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